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Nota de Esclarecimento – Prêmio AF de Arte Contemporânea 2017

 

Florianópolis, 03 de outubro de 2017

 

A Aliança Francesa está organizando em sua quarta edição o Prêmio AF de Arte Contemporânea, que tem obtido cada vez mais sucesso. A instituição sempre prezou pela lisura e transparência em todo o processo para a concessão do prêmio, visando sempre o benefício dos artistas de Santa Catarina. Em 2017 foram inscritas 117 obras de 69 artistas, submetidas a um rigoroso processo de seleção.

No momento da inscrição e seleção, cada artista se comprometeu a cumprir todos os requisitos para participação, fornecendo a documentação solicitada e declarando a veracidade de todas as informações, dentre elas:

  • Ser residente em Santa Catarina;
  • Não haver exposto a obra anteriormente (em exposição profissional, o que caracteriza o ineditismo).

A organização do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea recebeu denúncias a respeito da obra de alguns artistas e, por esta razão, elenca, abaixo, o parecer da organização e do júri do Prêmio para cada denúncia recebida:

 

Autor: Jéssica Luz

Obras: Corpos distantes ainda atritam – 1. casa própria” e “Corpos distantes ainda atritam – 2. meta exclusão

Denúncia: Não residente em Santa Catarina.

Parecer da Organização/Júri do Prêmio: Não procede, a participante apresentou comprovante de residência.

 

Autor: Wellington William dos Santos

Obras: “Omississimo” e “Em Vão Vigia a Sentinela”

Denúncia: Não ineditismo das duas obras.

Parecer da Organização/Júri do Prêmio: Não procede, as obras foram apresentadas apenas em exposição que fez parte  do processo de pesquisa de mestrado. Portanto, em âmbito acadêmico e não profissional. Essa informação já havia sido fornecida quando da inscrição das obras e foi confirmada pela presidente do Memorial Meyer Filho, Sra Sandra Meyer.

 

Autor: Sara Ramos

Obras: Vejo Flores em Você

Denúncia: Não ineditismo da obra

Parecer da Organização/Júri do Prêmio: Procede.  A decisão é de que a obra “Vejo flores em você” foi desclassificada da premiação. Apesar de entender que há várias interpretações com relação ao conceito de ineditismo, o júri desta premiação, soberano em sua decisão, entendeu que se trata da mesma proposta artística, e que já foi apresentada em um contexto profissional, mesmo que com pouco acesso do público. No entanto, a obra continua integrando a exposição do prêmio, pois o júri considerou que houve apenas uma de divergência de interpretação e não má-fé por parte do artista.

 

Autor: Luciana Knabben

Obras: “sem título” (neon drink love)

Denúncia: Não ineditismo da obra. (levantado pelo próprio júri).

Parecer da Organização/Júri do Prêmio: Procede.  A decisão é de que a obra “Sem Título” foi desclassificada da premiação. Apesar de entender que há várias interpretações com relação ao conceito de ineditismo, o júri desta premiação, soberano em sua decisão, entendeu que se trata da mesma proposta artística, e que já foi apresentada em um contexto profissional. No entanto, a obra continua integrando a exposição do prêmio, pois o júri considerou que houve apenas uma de divergência de interpretação e não má-fé por parte do artista.